EventsEventosPodcast
Loader

Find Us

PUBLICIDADE

Massacre de Christchurch condenado por líderes mundiais

Massacre de Christchurch condenado por líderes mundiais
Direitos de autor 
De  Luis Guita
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Angela Merkel, Donald Trump, Marcelo Rebelo de Sousa e Recep Tayyip Erdogan são alguns dos chefes de Estado e de Governo que condenaram os ataques contra mesquitas na Nova Zelândia.

PUBLICIDADE

O massacre de Christchurch provocou reações de vários líderes a nível mundial.

O parlamento britânico observou um minuto de silêncio.

Jeremy Corbyn, líder do Partido Trabalhista britânico, colocou uma coroa de flores junto da representação diplomática neozelandesa em Londres.

O presidente norte-americano, Donald Trump, manifestou o seu apoio ao povo da nova Zelândia através de uma mensagem nas redes sociais.

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, fez uma declaração: "os pensamentos e orações do povo americano estão com as vítimas e suas famílias. Os Estados Unidos condenam este ataque odioso. Garantimos a nossa solidariedade inabalável com o Governo e o povo da Nova Zelândia nesta hora tenebrosa. Estamos prontos para oferecer toda e qualquer assistência."

A chanceler alemã, Angela Merkel, considera que se tratou de um ataque à democracia.

"Este é um ataque pérfido contra pessoas em oração e aos seus locais de culto. Isto é um ataque aos muçulmanos. É, portanto, um ataque à democracia da Nova Zelândia e à sociedade aberta e tolerante. Nós partilhamos desses valores com a Nova Zelândia. Por isso, também partilhamos do horror e condenação deste terrível ataque," declarou Angela Merkel.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, diz que a islamofobia atingiu a dimensão de massacre.

"Com este ataque, a islamofobia, cuja ascensão o mundo inteiro tem observado há muito tempo e até mesmo encorajado, excedeu o nível de assédio individual e atingiu a dimensão de um massacre," afirmou Recep Tayyip Erdogan.

Em Diyarbakir, na Turquia, manifestantes vieram para as ruas para condenarem os ataques. Em Ancara, o líder dos Assuntos Religiosos da Turquia, Ali Erbas, identificou os ataques como "incidentes provocadores" e chamou aqueles que os realizaram como "traidores e assassinos ".

O presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, condenou os massacres na Nova Zelândia. Marcelo Rebelo de Sousa considerou que se tratou de "um ataque gravíssimo ao Estado de direito democrático" e enviou condolências "em nome do povo português".

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

EUA faltam ao 'Apelo de Christchurch'

Número de mortos de Christchurch sobe para 50

Nova Zelândia em choque