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Nova Zelândia em choque

Nova Zelândia em choque
Direitos de autor  REUTERS/SNPA/Martin Hunter
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De  Luis Guita
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Os ataques a duas mesquitas na Nova Zelândia, esta sexta-feira, fizeram pelo menos 49 mortos e provocaram uma onda de choque que atingiu violentamente uma sociedade conhecida pela sua abertura e tolerância.

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Os ataques a duas mesquitas na Nova Zelândia, esta sexta-feira, fizeram pelo menos 49 mortos e provocaram uma onda de choque que atingiu violentamente uma sociedade conhecida pela sua abertura e tolerância.

"Estamos com os corações dilacerados. É muito triste. Isto não devia acontecer no nosso país. Eles deviam estar em segurança para orar. Estou a ficar muito mais irritada. Já passou o choque. Agora estou a ficar com raiva e muito indignada. Você sabe, todos deviam sentir-se em segurança para rezarem como quiserem," afirma uma popular.

A presidente da Câmara de Christchurch, Lianne Dalziel, diz estar incrédula com o ataque.

"Nunca pensei que algo assim fosse acontecer na cidade de Christchurch. Na verdade, nunca pensei que algo assim poderia acontecer na Nova Zelândia. Agora, parece que o pior aconteceu. Temos de nos unir e superar a situação," declarou Lianne Dalziel.

O jogador de râguebi Sonny Bill Williams, membro da seleção nacional, expressou a sua emoção nas redes sociais.

"Acabei de ouvir as notícias e não consigo explicar por palavras como me sinto neste momento. Apenas dirijo as minhas orações às famílias e a todos os que morreram hoje em Christchurch," disse a estrela dos All Blacks.

Os ataques à mesquita Masjid al Noor, no centro da Christchurch, e a uma mesquita em Linwood, nos subúrbios, foram perpetrados durante a oração de sexta-feira.

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