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Maduro incita militares à luta

Maduro incita militares à luta
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O que Nicolás Maduro pede aos militares venezuelanos é precisamente isto: que desarmem os "traidores e golpistas". É nas Forças Armadas Bolivarianas que o sucessor de Hugo Chávez deposita a missão de evitar o pior.

"Qual é o caminho que os golpistas pretendem? É a guerra civil. Metralhadora contra metralhadora, tanque contra tanque, irmãos a matarem-se. É essa a alternativa que estão a propor à Venezuela", declarou.

A revolta popular que Juan Guaidó tentou desencadear na véspera do Primeiro de Maio não chegou a acontecer. Mas os protestos contra o regime, sim, com pelo menos dois mortos registados.

A registar também a situação do grande aliado de Guaidó, Leopoldo López, cuja casa onde cumpria pena de prisão domiciliária foi alvo de um raide alegadamente executado pelas forças venezuelanas.

Leopoldo López, na embaixada espanhola: "Não tenho medo da ditadura"

"Eles vieram como cobardes, com armas. Mas tiveram medo dos cães e entraram pelas traseiras, como ladrões. Não sei porquê. Sabiam que Leopoldo já não estava aqui", conta a mulher, Lilian Tintori.

López encontra-se na Embaixada de Espanha em Caracas.