EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

França bate recorde de venda de armas em 2018

França bate recorde de venda de armas em 2018
Direitos de autor 
De  Teresa Bizarro
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Executivo francês faturou 9,1 mil milhões de euros

PUBLICIDADE

França já é o terceiro maior exportador de armas do Mundo, depois dos Estados Unidos e Rússia. O executivo francês apresentou os números de 2018 - um ano recorde com vendas acima dos 9 mil milhões de euros, mais 30 por cento que no ano anterior. O Médio Oriente continua a ser o principal destino do armamento francês. Índia, Arábia Saudita e Qatar são os maiores clientes. Bélgica e Espanha completam o top 5.

Os números fazem parte do relatório do governo de Paris enviado ao Parlamento. A ministra francesa da Defesa não escondeu a satisfação ao declarar que são os melhores resultados dos últimos 20 anos.

Entre os maiores contratos estão a venda de aviões de combate e helicópteros ao Qatar; veículos militares faturados à Bélgica; navios-patrulha enviados para a Arábia Saudita e helicópteros para Espanha.

A venda de armamento e equipmento militar a Riade tem nos últimos anos centrado as maiores críticas. Muito pelo envolvimento da Arábia Saudita no Yémen, onde a guerra civil já causou milhares de mortos desde 2015.

A ministra francesa da Defesa antecipa a resposta. No texto que enquadra o relatório, Florence Parly diz que manter relações económicas com estes países significa estar presente em regiões de interesse para a França. Mais, o executivo diz ter de Riade a garantia de que o armamento não está a ser usado contra civis no Yémen.

O governo assegura ainda que qualquer negócio de armas está sujeito a um rigoroso processo de controlo inter-ministerial.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Caso Khashoggi: Relatora da ONU pressiona Arábia Saudita

Trump retira EUA de tratado de armas da ONU

Berlim retoma negócio de armas com Riade