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Platini sai em liberdade e sem acusações

Platini sai em liberdade e sem acusações
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REUTERS/Gonzalo Fuentes
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Ao fim de muitas horas de interrogatório, Michel Platini saiu em liberdade e sem qualquer acusação. Terça-feira, o ex-presidente da UEFA e antiga glória do futebol francês tinha sido detido para interrogatório pela unidade anticorrupção da polícia judiciária francesa, no quadro de um inquérito sobre o Mundial de 2022 no Qatar.

"Sempre estive sereno, porque não tenho nada a ver com estes casos. É um caso antigo, que conhecem bem e já foi explicado. Sempre falei com transparência sobre ele nos jornais, mas a investigação continua. Deveria ter sido ouvido como testemunha, mas acabei com o estatuto de detido para interrogatório (garde à vue, estatuto imediatamente inferior à mise en examen, correspondente na lei portuguesa à constituição de arguido - NDR). E isso magoa, tendo em conta tudo o que fiz e o que penso. A polícia fez o seu trabalho e eu tentei responder a tudo", disse Platini aos jornalistas.

O francês foi detido por suspeita de corrupção no que toca ao voto para a sede do Mundial de 2022, que decorreu em 2010. Em representação da UEFA, Platini estaria inclinado a votar nos Estados Unidos mas terá mudado o sentido de voto depois de um almoço com o então presidente francês Nicolas Sarkozy e com o príncipe herdeiro do Qatar. Sophie Dion, conselheira de Sarkozy para o desporto e o então secretário-geral do Eliseu Claude Guéant foram também ouvidos pelos investigadores e libertados sem acusações.

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