Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.
Última hora

Trump confirma a imposição de mais sanções contra o Irão

Trump confirma a imposição de mais sanções contra o Irão
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

O presidente norte-americano confirmou a imposição de mais sanções contra o Irão. O objetivo, segundo Donald Trump, seria evitar que o país obtenha uma arma nuclear.

Falando este sábado, antes de partir para Camp David, Donald Trump reiterou a possiblidade de ação militar deixando contudo a porta aberta a negociações.

"Se o Irão quer voltar a ser uma nação próspera, podemos até dizer "vamos fazer o Irão grande de novo". Isso faz sentido? Fazer o Irão grande de novo. Por mim, tudo bem. Mas isso não vai acontecer se eles pensarem que dentro de cinco ou seis anos terão uma arma nuclear", afirmou o presidente norte-americano.

Esta semana os Estados Unidos acusaram o Irão de estar por detrás de ataques a petroleiros no estreito de Ormuz.

Na quinta-feira, Trump cancelou um ataque aéreo contra o país depois de forças iranianas terem abatido um drone militar norte-americano.

Este sábado, o chefe da diplomacia iraniana divulgou nas redes sociais imagens que alegadamente mostram que o drone norte-americano se encontrava em águas territoriais iranianas quando foi abatido (ver quadro no canto inferior direito, drone abatido é representado por um quadrado vermelho).

O agudizar de tensões entre Washington e Teerão preocupa a comunidade internacional. A chanceler alemã Angela Merkel afirmou no sábado que a comunidade internacional deveria encontrar uma solução política para o Irão.

No domingo está previsto um encontro em Teerão entre o secretário de estado britânico das relações externas e representantes do governo iraniano.

Prevê-se que o diplomata britânico venha a apelar ao desagravar urgente da atual situação reiterando ainda que o Reino Unido continua a apoiar o acordo nuclear rejeitado por Trump em 2018.