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Oposição boicota eleições locais na Albânia

Oposição boicota eleições locais na Albânia
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Reuters/Jason Redmond
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As urnas para as eleições locais na Albânia estão abertas. Os eleitores vão comparecendo, os partidos nem por isso. Em 31 dos 61 municípios, o partido no poder central vai a votos sem concorrência.

O boicote surge depois de a oposição acusa o primeiro-ministro Edi Rama de fraude eleitoral e ligações ao crime organizado. Uma situação que está a deixar o país em tensão e a comunidade internacional desconfortável.

De acordo com o analista político independente Lutfi Dervishi explica que "a Albânia vive neste momento num conflito político que sobrevive graças à retórica da crise. O conflito político está a dificultar os esforços do país para se juntar à família das nações europeias. Paradoxalmente, no próximo ano, a Albânia deve liderar a OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação na Europa) e, em outubro deste ano, quer abrir as negociações com a União Europeia, e está a ter muitas dificuldades em abrir as negociações e o diálogo com as instituições europeias. "

Depois de meses de manifestações e o boicote da oposição, o presidente albanês tentou adiar a data do sufrágio para outubro.

No entanto, a Comissão Eleitoral Central contestou a decisão do chefe de Estado e manteve as eleições para este domingo.

Os restantes partidos afirmaram não reconhecer os resultados.