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"Breves de Bruxelas": Bardella contesta rótulo de extrema-direita

"Breves de Bruxelas": Bardella contesta rótulo de extrema-direita
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A extrema-direita francesa trouxe para o Parlamento Europeu um dos mais jovens eurodeputados eleitos em maio passado. Jordan Bardella, de 23 anos, fez campanha em Paris pelo União Nacional, liderado por Marine Le Pen, e considera-se um democrata.

"Contesto a classificação de extrema-direita, termo usado habitualmente pela oposição. Os partidos da nossa bancada são nacionalistas. Essas pessoas foram eleitas para o hemiciclo de forma democrática pelos povos", disse, em entrevista à euronews.

Bardella é membro do União Nacional desde os 16 anos. O partido venceu as eleições europeia em França, ficando à frente do partido do Presidente Emanuel Macron.

No Parlamento Europeu, a delegação francesa é a maior do grupo Identidade e Democracia, com 73 assentos.

Na sessão plenária inaugural, estes eurocéticos ficaram sentados quando se ouviu o hino da União Europeia, instituição à qual querem retirar poderes para os devolver aos governos dos Estados-membros.

"Na realidade, há cada vez mais franceses, e europeus em geral, que contestam o funcionamento da União Europeia. Muitos franceses questionam-se sobre para que serve a União e consideram que é incapaz de os proteger", explicou o eurodeputado.

Jordan Berdella faz parte dos esforços de renovação do partido de Marine le Pen, que é partilhado por outros movimento de extrema-direita, O líder da bancada Identidade e Democracia é um italiano da Liga, com 33 anos.

Este é o tema de abertura do programa "Breves de Bruxelas", que passa em revista a atualidade europeia diária. Em destaque estão, também, as seguintes notícias:

  • A aplicaç ão da lei de reunificação familiar da Dinamarca foi criticada pelo Tribunal de Justiça da União Europeia no caso de um cidadão turco. Apesar de ser residente legalizado, o queixoso viu negada todas as tentativas e trazer a esposa para viver consigo. O caso poderá ser usado como precedente em oito mil processo pendentes no país.
  • As transportadoras aéreas da União Europeia devem pagar compensação financeira aos passageiros cujos voo de ligação que se segue parta com mais de três horas de atraso, mesmo que seja de uma transportadora de um país que não pertence à União. A regra aplica-se no caso de reserva única para todos os voos entre ponto de partida e destino final, segundo o Tribunal de Justiça da UE.
  • Ursula von der Leyen diz que o Brexit pode ser adiado novamente, se for preciso conceder mais tempo ao governo de Londres para fazer a ratificação do acordo no parlamento britânico. Mas a nomeada para presidente da Comissão Europeia não admite renegociar o acordo já concluído pelo atual executivo europeu.