Moscovo investiga presença de menores nas manifestações

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Um dos casos que está a gerar mais polémica é a possibilidade de privação dos direitos parentais a um casal que levou o filho de um ano à manifestação de 27 de julho

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O Ministério Público de Moscovo está a investigar a participação de menores e de pessoas acompanhadas de crianças pequenas nos últimos dois protestos não autorizados na capital russa.

Um dos casos que está a gerar mais polémica é a possibilidade de privação dos direitos parentais a um casal que levou o filho de um ano para a manifestação de 27 de julho.

Em comunicado, o Ministério Público considerou que o casal colocou em risco a vida e a saúde da criança e revelou que está a investigar várias pessoas que encorajaram menores a participar nos protestos.

Segundo os dados da organização não-governamental russa OVD-Info, foram detidas mais de 1300 pessoas no dia 27 de julho e mais de 1000 no dia 3 de agosto.

Entre os detidos está Liubov Sobol, próximo do líder da oposição Alexei Navalni, um dos poucos líderes dos protestos que ainda estava em liberdade.

Sobol começou uma greve de fome há três semanas, depois de ver recusada a candidatura às eleições municipais de 8 de setembro.

Tal como acontece com a maioria dos membros da oposição, a Comissão Eleitoral de Moscovo alegou irregularidades nas assinaturas recolhidas para a apresentação da candidatura.

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