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Forças Armadas autorizadas a intervir na Amazónia

Forças Armadas autorizadas a intervir na Amazónia
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Depois do presidente francês Emmanuel Macron ter acusado Jair Bolsonaro de lhe ter mentido, sobre o seu compromisso para com o ambiente, na cimeira de Osaca, o chefe de Estado brasileiro decretou o uso das Forças Armadas para “ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais” e no combate a “focos de incêndio”, entre 24 de agosto e 24 de setembro.

Num discurso de cinco minutos o presidente do Brasil afirmou que os "Incêndios florestais existem em todo mundo" e não podem ser "pretexto para sanções internacionais", garantindo que o país continuará a ser, "como foi até hoje, um país amigo de todos e responsável pela proteção da sua floresta amazónica".

Uma tomada de posição depois de Macron ter pedido que a crise na Amazónia seja levada a debate na cimeira do G7, que arranca este sábado na cidade francesa de Biarritz e de ter posto em causa o acordo comercial entre União Europeia e Mercosul.

O bloco forte europeu mostra-se satisfeita por se levar a Amazónia ao encontro das maiores potências mundiais:

"A Comissão Europeia está profundamente preocupada. A Amazónia é a maior floresta tropical do mundo e contém um décimo das espécies do planeta. É por isso que aceitamos a intenção do Presidente francês de discutir este assunto na reunião do G7. O sentido de emergência que é, de facto, justificado", afirmou a porta-voz da Comissão Europeia.

Contra Bolsonaro acumulam-se os protestos. No Brasil mas também noutros países da América Latina, como o Peru e a Argentina, mas também na Europa. Alguns manifestantes juntaram-se no exterior do consulado do Brasil, em Berlim, a capital da Alemanha, para protestar contra as políticas do governo de Bolsonaro.