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Amazónia, África e Alasca são maiores focos de incêndio

Amazónia, África e Alasca são maiores focos de incêndio
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Os militares já estão no terreno para combater os fogos que devastam a Amazónia. O presidente Jair Bolsonaro autorizou a intervenção das tropas em sete estados. O governo brasileiro respondeu assim à pressão interna e externa que o acusava de estar a fazer pouco contra os maiores incêndios em pelo menos cinco anos e anunciou que 44 mil militares estão disponíveis.

No Estado da Rondónia, os aviões da Força Aérea estão a deitar água sobre as chamas quase sem interrupção. Depois de uma conversa ao telefone com Benjamin Netanyahu, Bolsonaro aceitou também a ajuda de um avião de combate a incêndios vindo de Israel.

A Amazónia é considerada o pulmão do mundo, maior floresta tropical do planeta, e é a situação que mais preocupa. Mas, nos últimos dois dias, foi em África, nomeadamente Angola e República Democrática do Congo, que se registaram mais incêndios.

África foi muito castigada pelos incêndios, nos últimos dias

O ministro angolano da Comunicação Social, João Melo, desvaloriza as notícias que colocam Angola no topo dos países com incêndios e diz que "não faz sentido comparar com a situação na Amazónia".

Os incêndios atingem também regiões do globo mais conhecidas pelo gelo do que pelo fogo, como o Alasca, nos Estados Unidos, que conheceu este ano um dos verões mais secos de sempre.

As mudanças climáticas estão a ser responsabilizadas, em parte, por este verão incendiário, mas a verdade é que os agricultores e criadores de gado, em vários pontos do globo e em especial na Amazónia, estão a deitar fogo às florestas para abrir espaço para os pastos.