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Trump e Zelenski relativizam polémica

Trump e Zelenski relativizam polémica
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REUTERS/Jonathan Ernst
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Donald Trump: "Estamos aqui com o presidente da Ucrânia. Que me tornou mais famoso, e eu também o tornei mais famoso."

Donald Trump e Volodymyr Zelenski tentaram, em Nova Iorque, relativizar a tempestade política.

Volodymyr Zelenski: "É melhor estar na televisão do que por telefone."

Ambos os homens negaram ter havido pressão por parte do presidente norte-americano para que o homólogo ucraniano investigasse o filho de Joe Biden, rival político de Trump. A revelação do conteúdo de uma conversa telefónica entre Trump e Zelenski levou a maioria democrata na Câmara dos Representantes a lançar um processo de destituição contra o presidente norte-americano.

Adam Schiff, presidente da Comissão dos Serviços Secretos da Câmara dos Representantes: "Quero agradecer à pessoa que denunciou o ocorrido. Penso que este indivíduo corajoso expôs graves irregularidades."

Depois de uma fonte anónima dos serviços secretos ter revelado o conteúdo da conversa, a Casa Branca decidiu publicar uma transcrição do telefonema, que confirma que Trump insistiu para que Zelenski investigasse as atividades do filho de Biden a cargo de uma empresa de gás ucraniana.

O presidente norte-americano voltou a insistir que se tratou de um telefonema inocente: "Não gosto quanto se trata de chefes de Estado e que se pode pensar que as suas chamadas vão ser publicadas... Mas na realidade ele disse-me: 'Foi uma chamada inocente, podem divulgá-la'."

A transcrição da conversa não confirma que Trump bloqueou a ajuda militar à Ucrânia como forma de pressão, mas os democratas consideram que o presidente traiu o cargo para o qual foi eleito.