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Impasse europeu na redistribuição de migrantes

Impasse europeu na redistribuição de migrantes
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Para evitar que os migrantes fiquem dias a fio à espera em alto-mar até desembarcarem num porto europeu, alguns países da União Europeia tentam convencer os restantes a criar um mecanismo temporário de distribuição.

Um plano que tem o apoio de Dimitris Avramopoulos, comissário europeu para a Migração, presente na reunião dos ministros da Administração Interna da União, terça-feira, no Luxemburgo.

“Acredito que todos os Estados-membros mostrarão maior responsabilidade para participarem nesses esforços comuns. Não podemos continuar como estamos, com o que está a acontecer no mar Mediterrâneo. Não podemos tentar encontrar soluções ad hoc, precisamos de mecanismos permanentes", disse Dimitris Avramopoulos aos jornalistas.

Países de leste contra

França, Alemanha, Itália e Malta lideram a campanha pela partilha solidária, com a qual o governo de Portugal está de acordo em princípio. Já os governos dos países de leste dizem que a medida vai no sentido oposto do que defendem.

“Pode haver uma quota para a repatriação mas não queremos uma quota obrigatória de reinstalação. Não devemos tomar medidas para atrair migrantes, mas sim para fazer sair as pessoas que entraram ilegalmente na Europa", afirmou István Hollik, porta-voz do governo da Hungria.

Esta divisão ao nível dos governos da União Europeia tem impedido a implementação de nova política de asilo proposta pelo Parlamento Europeu, no anterior mandato, para retirar a pressão dos países que são a principal porta de entrada dos migrantes, sobretudo Itália e Malta.