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Eleições legislativas em Espanha

Mesa de voto em Madrid
Mesa de voto em Madrid -
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REUTERS/Jon Nazca
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Cerca de 37 milhões de espanhóis são chamados, este domingo às urnas, para eleger um novo Parlamento, pela quarta vez em quatro anos.

Às 14 horas locais, menos uma hora em Lisboa, a taxa de participação rondava os 38%, menos 3,5% em relação ao escrutínio de 28 de abril.

Pela manhã, o candidato do Partido Socialista Operário Espanhol, Pedro Sánchez, sublinhou a importância do voto.

"Creio que a jornada eleitoral de hoje vai decorrer com totais garantias. Penso que é muito importante reforçar a democracia com o nosso voto, encorajar todos os cidadãos a votar, e que a partir de amanhã possamos ter a estabilidade necessária para podermos formar um Governo e fazer Espanha avançar."

Pablo Casado também já exerceu o dever de voto. O líder do Partido Popular espera que este escrutínio traga resultados claros de modo a tirar o país deste impasse político...

"Creio que hoje o mais positivo seria que houvesse um resultado claro, um resultado que desbloqueie uma situação política que já está a sobrecarregar a economia, que já está a sobrecarregar as expectativas dos espanhóis, e que, por conseguinte, houvesse uma união de todos os espanhóis em torno das urnas."

O líder do partido de extrema-direita Vox votou ao início da tarde. Rodeado por apoiantes, Santiago Abascal referiu que não tem muitas expectativas, mas espera que "estas eleições sirvam para reforças a unidade de Espanha".

Depois de votar líder do Unidas Podemos defendeu uma aliança com PSOE. Pablo Iglesias mandou um recado a Pedro Sánchez dizendo que está na hora dos dois partidos esquecerem as divergências.

O líder dos Ciudadanos lançou um apelo aos indecisos e moderados para irem votar. Albert Rivera afirmou é necessário reforçar o centro político de modo a impedir a vitória dos extremos pois só assim será possível encontrar acordos e devolver a estabilidade a Espanha.

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