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Reino Unido reforça segurança depois do ataque

Reino Unido reforça segurança depois do ataque
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O primeiro-ministro britânico pretende rever o regime de liberdade condicional depois do ataque em Londres. Boris Johnson defende que os condenados devem cumprir a totalidade das sentenças.

O atacante que matou duas pessoas na Ponte de Londres, estava referenciado pelas autoridades e tinha sido condenado por crimes de terrorismo, em 2012. Usman Khan tinha 28 anos, envergava uma arma branca e um colete com explosivos falsos. Acabou por ser abatido a tiro pela polícia.

"Não faz nenhum sentido para a nossa sociedade libertar antecipadamente pessoas que foram condenadas por crimes terroristas, por crimes graves e violentos". Devem cumprir a sentença a que foram condenados, disse Johnson. O líder dos conservadores britânicos defendeu também penas mais pesadas para os crimes violentos.

A Rainha Isabel II também se pronunciou após a notícia do ataque que diz encarar com profunda tristeza. Apresenta as condolências reais às famílias das vítimas e a todas as pessoas afetadas pela violência. Fazendo questão de agradecer às autoridades pela proteção prestada.

Juntamente com as duas vítimas mortais, outras três pessoas ficaram feridas. No local, a polícia continua as investigações para perceber ao pormenor o que aconteceu. Para já, todos sublinham a coragem do grupo de londrinos que enfrentou e dominou o agressor. Estas pessoas estão a ser consideradas como verdadeiros heróis.

Um grupo de pessoas consegiu mobilizar o suspeito, impedindo que fizesse mais vítimas. Depois do ataque, a segurança foi reforçada em todo o país.

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