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A Primeira Guerra Mundial regressa ao grande Ecrã

A Primeira Guerra Mundial regressa ao grande Ecrã
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O novo filme de Sam Mendes, 1917, decorre durante a Primeira Guerra Mundial. Conta a história de dois jovens soldados britânicos em França que devem entregar uma mensagem, um aviso relativo a uma emboscada por parte dos alemães e salvar um batalhão de 1600 soldados britânicos. O realizador inspirou-se no seu avô Alfred Mendes.

"Ele combateu entre 1916 a 1918, era muito jovem. Alistou e não contou nada sobre o que viveu, a ninguém, durante muitos, muitos anos. Decidiu contar aos netos. E eram histórias muito emocionantes. O filme tenta captar esse espírito. É por causa do meu avô, mas não sobre o meu avô", explica Sam Mendes.

Sam Mendes, que é também coargumentista e produtor do filme, enfrentou grandes desafios durante a rodagem. Principalmente, no momento em que tentava gravar uma cena sem cortes, para dar ao público uma experiência imersiva.

"Quando se faz um "take" de oito minutos, e se tem sete minutos de magia, e alguém deixa cair um suporte ou o operador da câmara tropeça e é preciso começar de novo e nada dos sete minutos mágicos são utilizáveis... Houve muitas ocasiões em que pensei: "porque é que me meti nisto? Foi a ideia mais estúpida de todas". Mas quando se consegue o "take" certo sente-se uma alegria e uma energia que fazem esquecer tudo isso e pensar que queremos voltar a fazê-lo. A esse nível foi um projeto muito estranho, entre a esperança e o desespero", desabafa o realizador.

1917 é, diz-se, um sério candidato aos Óscares. O filme tem estreia marcada para Portugal no final de janeiro.

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