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Angola e Moçambique procuram parceiros em Londres

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Angola e Moçambique procuram parceiros em Londres
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AP
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Arrancou, esta segunda-feira, em Londres, a cimeira de Investimento Reino Unido-África. Um convite feito por Boris Johnson aos líderes africanos. Uma oportunidade para aprofundar ligações e criar parcerias económicas, a poucos dias da saída do país da União Europeia.

Entre os chefes de Estado presentes está o de Moçambique, Filipe Nyusi, que tomou posse para um segundo mandato deste país lusófono na semana passada, estão também o presidente da África do Sul e do Egito.

O de Angola, João Lourenço, acabou por decidir não se deslocar à capital britânica, alegando problemas de agenda, a representá-lo está o ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior.

Apesar desta ausência, o Primeiro-ministro britânico, no discurso de abertura, fez questão de mostrar que as trocas económicas, entre os dois países estão em expansão, dizendo que, as famílias angolanas irão comer, em breve, "deliciosos frangos saudáveis" vindos da Irlanda do Norte.

O Governo de Boris Johnson quer tornar o país no maior investidor, entre os membros do G7, em África até 2022. Mais de 2.000 empresas britânicas operam em África, diz o executivo, um investimento estimado em 36 mil milhões de euros.

O enviado da euronews ao evento, João Duarte Ferreira, explica que "África é a prioridade para o Reino Unido" e que é essa "a mensagem que o executivo britânico quer fazer passar esta segunda-feira por ocasião da primeira cimeira de investimentos Reino Unido-África. O Reino Unido está interessado em investir em África e, para isso, convidou mais de duas dezenas de países africanos a comparecerem nesta cimeira, com vista à exploração de oportunidades de negócio no continente. O Reino Unido num mundo pós-Brexit procura oportunidades de investimento direto estrangeiro no continente africano".

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