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França proíbe práticas cruéis para animais

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França proíbe práticas cruéis para animais
Direitos de autor  AFP
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Imagens chocantes de pintainhos a serem esmagados vivos ou sufocados por serem machos e não porem ovos chocaram a França há cinco anos. Na altura, 36 deputados e senadores, quer da esquerda, quer da direita, pediram ao Ministério da Agricultura para proibir esta prática. Mas foram precisos mais vídeos e alguns anos para o Ministério anunciar que vai acabar com a prática até 2021.

"Hoje certas práticas podem ser consideradas chocantes pelos nossos concidadãos. Os nossos agricultores não as fazem por prazer. Elas podem ser explicadas por métodos agrícolas que são altamente especializados. Vamos publicar a regulamentação nas próximas semanas no sentido da interdição de todas as práticas dolorosas na criação de animais", anunciou o ministro francês da Agricultura, Didier Guillaume.

A castração a sangue frio de leitões também vai ser proibida, A prática não é efetuada por razões médicas, mas para impedir que a carne vendida aos consumidores tenha um odor e sabor desagradáveis.

A organização L214, que tem divulgado vídeos sobre estas práticas no âmbito da sua luta pelo bem-estar animal, considera que as medidas anunciadas pelo Ministério francês da Agricultura pecam por "falta de ambição e vontade política".

A técnica de esmagamento é permitida por uma regulação europeia de 2009.

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