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Coronavírus "bloqueia" navio de cruzeiro

Coronavírus "bloqueia" navio de cruzeiro
Direitos de autor AP
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De  Nara Madeira
Publicado a Últimas notícias
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Os passageiros de um navio de cruzeiro foram impedidos de desembarcar depois de se dar conta que uma turista chinesa estava com febre.

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Cerca de 6.000 passageiros e 1.000 tripulantes de um navio de cruzeiro ficaram bloqueados no porto de Civitavecchia, cerca de 85 km a norte de Roma. Uma decisão tomada depois de uma turista chinesa ter febre. Teme-se que possa ter contraído o novo coronavírus e está em isolamento. Foram já efetuados testes, a si e ao seu marido, os testes preliminares deram negativo. O casal chegou à Europa vindo de Hong Kong. O Comandante deste porto italiano, Vincenzo Leone, explica que "ninguém saiu do navio, conforme decidido pelas autoridades de saúde". Está-se à espera de luz verde para o desembarque dos passageiros. "Estamos, constantemente, em contacto com o comandante, que nos diz que a situação a bordo está, absolutamente, calma", acrescenta este responsável.

A Rússia anunciou, esta quinta-feira, o encerramento da fronteira com a China e diz que não emitirá vistos eletrónicos a cidadãos chineses e aconselha os seus a não viajarem para o país.

Enquanto a Air France seguiu a British Airways e a Lufthansa e cancelou os voos para a China, até dia nove de fevereiro, do aeroporto de Beja, em Portugal, partiu um avião para iniciar o processo de repatriamento de cidadãos europeus que ainda estão em Wuhan, a cidade chinesa onde surgiu o novo coronavírus. Antonios Efthymiou, da companhia aérea portuguesa responsável pela operação, a Hi Fly, estima-se "trazer cerca de 350 passageiros de muitas nacionalidades, incluindo portugueses". O Comandante do avião acrescenta que há "precauções especiais" a ter em conta, acrescenta que estão em contacto, em primeiro lugar, com o departamento médico da empresa de aviação mas também "com o governo francês, a International SOS em França" há médicos que partirao neste voo.

A epidemia de coronavírus já matou 170 pessoas na China e espalhou-se a, pelo menos, 15 países em todo o mundo, os de expressão portuguesa não fazem parte dos Estados afetados.

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