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UE precisa de maior autonomia no setor farmacêutico

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UE precisa de maior autonomia no setor farmacêutico
Direitos de autor  Virginia Mayo/AP
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A Comissão Europeia quer modernizar o setor industrial da União e apresentou uma estratégia, terça-feira, para enfrentar a transição para um modelo mais ecológico e baseado na tecnologia digital.

O objetivo é que o setor industrial seja competitivo ao nível mundial, sobretudo em concorrência com a China, e também reforçar o mercado interno que absorve 70 por cento da produção das pequenas e médias empresas.

Thierry Breton, comissário europeu para o Mercado Interno, deu o exemplo dos medicamentos: "Descobrimos que havia apenas dois locais na União Europeia - um na França e outro na Áustria - onde ainda fabricamos ingredientes ativos para antibióticos. Precisamos de rever a nossa cadeia de abastecimento. Face ao que está a acontecer com a crise do coronavírus vemos que é preciso acelerar essa consciencialização".

A nova estratégia industrial vai, por isso, ter como um das prioridades lançar um novo plano de ação para a indústria farmacêutica. Será uma espécie de estudo de caso para tirar conclusões, refere uma analista.

"Esperemos que a crise do coronaviíus seja uma oportunidade para os países testarem os seus sistemas, analisarem os recursos de que dispõem, para decidirem quais as alterações necessárias a fim de se protegerem de uma crise ainda maior. Temos esperança de que esta situação não sirva apenas para proteger, atualmente, as pessoas mais vulneráveis, mas para ter medidas de proteção para crises futuras", explicou Rebecca Christie, analista no centro de estudos Instituto Bruegel.

As pequenas e médias empresas estão no coração da estratégia, mas o executivo comunitário também quer criar alianças industriais no setor de hidrogénio, matérias-primas e tecnologias para baixar as emissões poluentes.

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