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Trabalhadores do sexo na Tailândia sem meios de subsistência

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Trabalhadores do sexo na Tailândia sem meios de subsistência
Direitos de autor  AIDAN JONES/AFP
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Onde antes a cidade de Banguecoque via ruas repletas, com turistas e não só a afluírem aos famosos bairros de prostituição, assiste-se agora a um cenário radicalmente diferente.

Os bares e clubes fecharam portas. Calcula-se que as restrições tenham deixado cerca de 300 mil trabalhadores do sexo sem meios de subsistência.

Alice, nome fictício, integra essa estatística: conta-nos que costumava fazer "entre 300 e 600 dólares por semana" e que agora encontra-se sem nada. Outro relato, de Pim (igualmente nome falso), que nos diz "ter medo de contrair o vírus", mas que tem de "continuar a procurar clientes" para poder pagar o alojamento e a alimentação.

A Tailândia, que regista mais de 2100 casos de infeção e 23 mortes, impôs um recolher obrigatório das 10 da noite às 4 da manhã. Entre os que se vêm atirados para procurar forma de subsistir na rua, ouvem-se testemunhos de quem receia mais passar fome do que ser infetado com o novo coronavírus.