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OMS insiste: o vírus tem "origens naturais"

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OMS insiste: o vírus tem "origens naturais"
Direitos de autor  Ng Han Guan/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved.
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No vaivém de informações sobre a proveniência do novo coronavírus, a Organização Mundial de Saúde (OMS) volta a insistir: tudo aponta para origens naturais. E afirma também que Washington, que diz ter "provas muito significativas" de que o vírus veio do laboratório de alta segurança de Wuhan, não apresentou nenhum dado concreto nesse sentido.

Michael Ryan, responsável pelo Programa de Emergências da OMS, confirma isso mesmo, que "o governo dos Estados Unidos não avançou com qualquer elemento preciso, por isso trata-se de um cenário especulativo. Seria importante receber informações adicionais sobre a origem do vírus, porque esse é um dado fundamental no controlo da saúde pública no futuro".

Há, no entanto, sintonia numa vontade: a de que Pequim dê um maior acesso ao exterior.

Charlie Parton, antigo diplomata britânico na China, salienta que "o mais importante agora é que os chineses conduzam uma investigação transparente para o resto do mundo, de forma a poder determinar o que realmente aconteceu, como é que o vírus se desenvolveu e que medidas são necessárias no presente e no futuro".

No entanto, a Organização Mundial de Saúde realça a cooperação dos cientistas chineses no combate à pandemia e alerta também para as consequências das acusações a nível político para um trabalho em conjunto no futuro.