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Reino Unido com mais mortos do que a Itália

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Reino Unido com mais mortos do que a Itália
Direitos de autor  Neil Hall/AP
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Com cerca de 30.000 mortos, o Reino Unido ultrapassou a Itália como o país mais afetado pela pandemia de coronavírus na Europa.

Mas o governo britânico e peritos afirmam que as comparações podem ser ainda prematuras, devido aos diferentes métodos de contabilização e às discrepâncias entres números oficiais e realidade em vários países.

Há formas distintas para contabilizar as mortes. Já tivemos esse debate neste país. Agora publicamos dados que incluem todas as mortes, em todas as circunstâncias, e nem todos os países o fazem. Por isso, não tenho a certeza de que as comparações internacionais funcionem, a menos que todos os países contabilizem da mesma forma. E também depende da qualidade da recolha das estatísticas em cada país.
Dominic Raab
chefe da diplomacia britânica

Em Espanha, o Conselho de Deputados deverá aprovar esta quarta-feira o prolongamento do estado de emergência pedido pelo primeiro-ministro Pedro Sánchez, que deveria terminar no próximo sábado.

Há registo de mais de 25.000 vítimas mortais em território espanhol e a capital, Madrid, é um dos principais focos da epidemia no país.

Na Alemanha, o diretor do centro nacional de prevenção e controlo de doenças alertou esta terça-feira para a forte probabilidade de uma terceira vaga.

Isto é uma epidemia e, como tal, o vírus continuará a provocar doença até que 60 ou 70 por cento da população seja infetada. É por isso que sabemos que haverá com bastante probabilidade uma segunda vaga. A maioria dos cientistas têm a certeza disso e muitos acreditam que haverá mesmo uma terceira vaga.
Lothar Wieler
presidente do Instituto Robert Koch

Alguns Estados federais, como a Baviera, não esperaram as recomendações do governo em Berlim e já avançaram com os seus próprios planos para começar a levantar restrições.

Segundos os dados compilados pela Universidade John Hopkins, nos Estados Unidos, a pandemia de coronavírus já reclamou mais de 255.000 vidas em todo o mundo. O número de contaminações confirmadas ultrapassa dos 3,6 milhões.