Covid-19 limita comemorações do fim do Ramadão

Covid-19 limita comemorações do fim do Ramadão
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De  Teresa Bizarro
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As celebrações do fim do mês de jejum fazem-se este ano com recato em quase todo o mundo, mas há excepções

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A grande festa do fim do Ramadão celebra-se em França este domingo. O Conselho francês da Fé Muçulmana decidiu à última hora mudar a celebração prevista para sábado à noite. É mais uma mudança após um mês de jejum muito singular, devido ao novo coronavírus.

A doença limitou a festa do fim do Ramadão em todo o mundo

No Reino Unido, as mesquitas permanecem encerradas. Os mais de 2 milhões e 600 mil muçulmanos celebraram o fim do jejum em casa. O país está ainda a braços com os efeitos da Covid-19.

Na Indonésia, apesar das restrições, milhares de muçulmanos saíram à rua este domingo. As mesquitas estão fechadas e a rua passou a terreno de oração. As reuniões, de qualquer caráter, estão proibdas, mas não há notícia de intervenção policial.

A Indonésia é o país com a maior comunidade muçulmana. Mais de 1300 pessoas já morreram devido à Covid-19.

Este é o primeiro de três dias de cessar fogo no Afeganistão. Os Taliban decretaram tréguas para permitir as celebrações do fim do ramadão.

Apesar do acordo de paz assinado com os Estados Unidos, o pa+is continua a viver dias de sobressalto e intensos combates.

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