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Mundo do desporto denuncia violência racial nos EUA

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De  Bruno Sousa
Jadon Sancho exibe mensagem de apoio a George Floyd
Jadon Sancho exibe mensagem de apoio a George Floyd   -   Direitos de autor  Lars Baron/2020 Getty Images
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Michael Jordan pode ser uma lenda do basquetebol mas nunca foi conhecido pelo ativismo social. Ainda assim, nem o antigo jogador dos Chicago Bulls conseguiu ficar calado perante a morte de George Floyd. Jordan denunciou o racismo enraizado e a violência racial no país, apelando a uma manifestação pacífica contra a injustiça e sublinhando que a solução passa por todos nós.

O mundo do desporto não ficou indiferente à situação e os gritos de revolta multiplicaram-se. LeBron James tem sido uma das vozes mais ativas, as tenistas Naomi Osaka e Coco Gauff também têm participado ativamente nos protestos.

O hexacampeão do mundo de Fórmula 1, Lewis Hamilton, foi corrosivo nos comentários. O inglês denunciou o silêncio entre as estrelas de uma modalidade dominada por brancos. As declarações de Hamilton quebraram o silêncio e levaram uma série de pilotos do grande circo a condenar publicamente a violência racial nos Estados Unidos.

Na Bundesliga, não há público nas bancadas mas nem por isso os futebolistas deixam de marcar posição. Foi o caso de Jadon Sancho e Marcus Thuram, que festejaram os golos apontados com apelos de justiça para George Floyd. No caso do atacante do Borussia Dortmund, a mensagem exibida sob a camisola valeu-lhe a admoestação com um cartão amarelo.