Angola inaugura hospital de campanha para combater covid-19

Hospital de campanha de Viana
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De  Bruno Sousa
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Presidente João Lourenço admite que espera que as camas fiquem vazias

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Angola tem sido relativamente poupada pelo surto de covid-19, com menos de cem casos confirmados e quatro mortes a lamentar, mas nem por isso deixa de levar a ameaça a sério. João Lourenço inaugurou esta terça-feira um hospital de campanha na Zona Económica Especial Luanda-Bengo mas espera que este não venha a ser usado:

"A unidade está pronta e as unidades médicas já estão no terreno. Só não podemos é fazer votos de que haja doentes. Que as camas fiquem vazias."

Para já estão em funcionamento seiscentas camas, das quais 140 estão reservadas para cuidados intensivos. Quando a segunda fase do projeto estiver concluída, dentro de um mês, o hospital terá capacidade para mil doentes.

O investimento do executivo angolano não se esgota na covid-19. De acordo com João Lourenço, a nova estrutura deixará o país mais bem preparado para combater as epidemias que surgem com frequência no continente africano, como a cólera, a febre-amarela ou o ébola.

O chefe de Estado angolano disse ainda que estavam a ser feitos investimentos similares noutros pontos do país.

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