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Arte imersiva numa base submarina em Bordéus

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Base da II Guerra Mundial transforma-se num monumental centro de arte digital.

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Cimento, penumbra, muita água e muita história. A arte imersiva vem a tona na antiga base submarina de Bordéus, construída pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial. O edíficio "Les Bassins de Lumières", nas margens do rio Garona, tranformou-se num monumental centro de arte digital que oferece experiências visuais e sonoras.

Esta base tinha uma frota de 43 submarinos - operacional desde maio de 1943. O espaço é feito de 600 mil m3 de cimento armado. A destruição teria sido economicamente impossível.
Mathieu Marsan
Historiador de arte e arquitetura

A música guia os visitantes e os projetores fazem magia apontando as luzes às pinturas e esculturas dos maiores mestres da história. O pintor austríaco Gustav Klimt é o primeiro a inaugurar o espaço a ver o seu reflexo nas paredes e nas águas.

Temos esta massa gigantesca de cimento - que é húmido - e, como utilizamos a tecnologia e a microeletrónica existem inúmeros desafios. Klimt também pintou em camadas. Quando se observa de perto uma pintura de Klimt, há esmalte, folha de ouro e muitos outros materiais. E nas paredes intocadas da base submarina, há a erosão do cimento e fissuras por todo o lado. Consegue-se um efeito profundo em camadas que funciona muito bem.
Augustin de Cointet de Filain
Diretor - "Bassins de Lumières"

Os bilhetes estão disponíveis apenas online. A exposição está aberta ao público até 3 de janeiro de 2021. As máscaras são obrigatórias e as sensações são garantidas.

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