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Coronavírus já fez mais de 130 mil mortos nos EUA

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Coronavírus já fez mais de 130 mil mortos nos EUA
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Viajantes de 15 Estados que registam fortes aumentos nos casos de coronavírus terão agora de ficar 15 dias em quarentena ao chegar a Chicago.

Os Estados Unidos ultrapassaram esta segunda-feira a barreira dos 130.000 mortos, com 55.000 novos casos registados num único dia, a maior parte nos Estados do sul do país, vários dos quais retrocederam no processo de desconfinamento.

Apesar da evolução da pandemia no país, o presidente Donald Trump, que continua a aparecer em público sem máscara, afirmou no Twitter que as escolas devem abrir normalmente a partir de setembro.

O ator Tom Hanks, contaminado no início da epidemia, atacou numa entrevista os que não respeitam as medidas sanitárias, dizendo que "não tem respeito" por quem "não usa máscara, não lava as mãos ou não mantêm as distâncias".

O Brazil - segundo país mais afetado - aguarda o resultado de um novo teste realizado ao presidente Jair Bolsonaro, enquanto várias cidades começaram a reabrir comércios, nomeadamente restaurantes.

Na Europa, a palavra de ordem é contenção, para tentar evitar o alastramento dos novos focos de coronavírus.

A Grécia decidiu impedir a entrada a cidadãos da Sérvia, depois de Belgrado ter reintroduzido restrições devido a um novo pico de infeções.

A Sérvia faz parte da lista de 15 países cujos cidadãos são autorizados a entrar na União Europeia, desde a reabertura das fronteiras externas.

No noroeste de Espanha, a polícia foi mobilizada para controlar as restrições de movimento reimpostas na região de A Mariña, na Galiza, em vigor até às eleições regionais do próximo domingo.

Esta parte da Galiza, tal como uma região da Catalunha voltaram a reintroduzir o confinamento em resposta a novos focos de coronavírus.