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Bruxelas critica repressão na Bielorrússia, Moscovo e Pequim felicitam Lukashenko

Bruxelas critica repressão na Bielorrússia, Moscovo e Pequim felicitam Lukashenko
Direitos de autor Sergei Grits/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved
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De  Bruno Sousa
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Reeleição de Alexander Lukashenko com mais de 80% dos votos dá origem a manifestações de descontentamento nas ruas de Minsk e nos corredores de Bruxelas

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O descontentamento com a reeleição de Alexander Lukashenko na Bielorrússia fez-se sentir não só nas ruas de Minsk mas também além-fronteiras. A repressão policial foi a via escolhida pelas autoridades bielorrussas para calar o descontentamento popular a nível interno mas foi também a gota de água que fez a comunidade internacional reagir em peso.

Para Ursula von der Leyen, a violência sobre quem se manifesta de forma pacífica não tem lugar na Europa. A Presidente da Comissão Europeia apela ainda à transparência na publicação dos resultados, lançando a dúvida sobre um processo eleitoral que a oposição classificou de fraudulento desde o início.

Alexander Lukashenko é o único presidente que o país conheceu desde a independência da União Soviética e foi eleito para um sexto mandato com mais de 80% dos votos. Descrito pelos Estados Unidos como o "último ditador da Europa", Lukashenko não deixa de contar com alguns apoiantes no cenário político internacional.

Entre os chefes de Estado que não perderam tempo a dar-lhe os parabéns pela reeleição estão o presidente chinês, Xi Jinping, e o presidente russo, Vladimir Putin.

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