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Centros de rastreio da Covid-19 nos aeroportos italianos

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Centros de rastreio da Covid-19 nos aeroportos italianos
Direitos de autor  Cecilia Fabiano/LaPresse
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À habitual dificuldade no regresso à vida normal depois das férias junta-se agora o receio de uma infeção por Covid-19. Logo após o desembarque, os turistas fazem fila para serem submetidos ao teste no Aeroporto de Roma-Fiumicino. O primeiro passo é o preenchimento de alguns formulários e o fornecimento de dados pessoais ao funcionário do aeroporto.

Dependendo da afluência, todo o processo pode demorar cerca de 40 minutos. Enquanto esperam pelos resultados, algumas pessoas ficam um pouco ansiosas, mas a maior parte não parece muito preocupada e acredita que fazer o teste tem as suas vantagens.

Os jovens preenchem as filas - são os que mais viajam nesta época do ano e têm maior probabilidade de estarem infetados. Entre eles há também turistas estrangeiros. Só na região de Lazio, metade dos novos casos confirmados teve origem no estrangeiro.

Os centros de rastreio oferecem uma uma alternativa aos testes realizados nos aeroportos. Só na capital italiana existem cerca de dez pontos móveis.

NÃO FAZ DIFERENÇA SE AS PESSOAS FOREM TESTADAS AQUI OU NO AEROPORTO. O TESTE É OBRIGATÓRIO 48 HORAS APÓS A CHEGADA. QUEM NÃO SEGUIR O PROCEDIMENTO PODE SER IDENTIFICADO PELAS AUTORIDADES E ARRISCA-SE A CONSEQUÊNCIAS.
Giorgia Orlandi
Euronews