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Donald Trump testa positivo para a Covid-19

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Donald Trump, esta quinta-feira, no regresso de uma ação de campanha antes de entrar em quarentena
Donald Trump, esta quinta-feira, no regresso de uma ação de campanha antes de entrar em quarentena   -   Direitos de autor  Carolyn Kaster/AP
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O Presidente dos Estados Unidos e a mulher estão infetados com Covid-19 e vão ficar em quarentena. Anúncio feito por Donald Trump através do twitter. "Esta noite, eu e a primeira dama testámos positivo para a Covid-19. Vamos começar a quarentena e no nosso processo de recuperação imediatamente," escreveu.

O Presidente dos EUA já tinha assumido ter entrado em quarentena depois de ter sido confirmado que uma das suas assessoras mais próximas estaava infetada com a doença. "A primeira-dama e eu estamos à espera dos resultados do nosso teste", escreveu na altura Donald Trump. "Entretanto, estamos a iniciar o nosso processo de quarentena", acrescentou.

Hope Hicks, a conselheira agora infetada, estava a bordo do Air Force One com o Presidente dos Estados Unidos, num voo para Cleveland (centro-leste), na terça-feira, para participar no debate eleitoral com o candidato democrata à Casa Branca Joe Biden.

Hicks também viajou com Trump na quarta-feira, para o estado de Minnesota (centro-oeste), onde decorreu uma reunião de campanha.

Em plena campanha para as eleições presidenciais norte-americanas, Trump tinha previsto para esta sexta-feira um comício na Florida.

Os Estados Unidos registaram 884 mortos e 46.164 infetados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, segundo a contagem independente da Universidade Johns Hopkins. Com este último balanço o país atingiu um total de 207.743 óbitos e 7.273.943 casos confirmados na segunda-feira.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão de mortos e mais de 34 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.