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França e Reino Unido agravam restrições, Itália afrouxa

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Um casal passa diante de um café encerrado na cidade francesa de Lille
Um casal passa diante de um café encerrado na cidade francesa de Lille   -   Direitos de autor  AP Photo/Michel Spingler
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A França anunciou este domingo mais 16 mil diagnósticos positivos por sars-cOv-2. Menos dez mil que na véspera, mas nem por isso menos preocupante. As autoridades de saúde francesas registaram ainda mais 46 mortes.

Com algumas das maiores cidades gaulesas já colocadas em alerta máximo, com medidas de restrições mais apertadas, destacando-se sobretudo o encerramento de bares e "pubs", este domingo também os governos regionais dos departamentos de Alto Garona e Erau decidiram colocar respetivamente Toulouse e Montpellier nesse mesmo alto nível de alerta a partir das zero horas de terça-feira.

As novas medidas nestas cidades vão tentar limitar as grandes aglomerações de pessoas, impedir as atividades de risco e regular outras atividades que permitam manter a economia local ativa e a vida social.

No Reino Unido, foram revelados este domingo quase 13 mil novas infeções e mais 65 mortes no quadro da pandemia.

O primeiro-ministro Boris Johnson reuniu-se com o executivo e esta segunda-feira deve anunciar novas restrições, vinculativas apenas em Inglaterra, onde um grupo de empresários, avança o jornal Guardian, se preparam para contrariar eventuais encerramentos de determinados negócios.

Já a Escócia proibiu por duas semanas a venda de bebidas alcoólicas no interior de bares, "pubs" e restaurantes.

Em Itália, por outro lado, apesar de mais cinco mil novas infeções e 26 mortos, há um afrouxar de algumas das medidas em vigor.

O período de quarentena vai ser reduzido para 10 dias e aos infetados com o novo coronavírus passa a bastar um teste positivo através de cotonete ou zaragatoa para receberem alta.

Por outro lado, quem pratica desporto de corrida não precisa de usar máscara, mas quem faz apenas caminhada passa a ser obrigado a usar.