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Luanda está melhor preparada para detetar a Covid-19

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Luanda, Angola
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Em Angola, domingo foi, e de acordo com dados oficiais, um dia sem mortos por Covid-19 mas o país continua a ser aquele onde morreram mais pessoas entre os Estados africanos de língua portuguesa, soma mais de 200 óbitos.

O número de casos continua a aumentar, como por todo o mundo, também porque a capacidade de realização de teste foi ampliada. O país dispõe, desde setembro, de uma infraestrutura, o Centro de Diagnóstico Laboratorial de Viana, em Luanda, onde estão a ser feitos testes de diagnóstico e serológicos. Com tecnologia de ponta passou a ser possível realizar-se milhares diariamente, respeitando as regras de segurança sanitária.

O projeto, que custou seis milhões de euros ao governo angolano, foi desenvolvido por uma empresa chinesa na qual trabalha um jovem angolano, Valdemar Tchipenhe, que com uma bolsa de estudo na China se formou em biotecnologia e é o rosto angolano deste laboratório.

Além de Luanda serão instalados laboratórios de biologia molecular e serologia nas províncias do Huambo, Lunda Norte e Uíje.