EventsEventosPodcasts
Loader
Find Us
PUBLICIDADE

Assassino da jornalista Kim Wall detido após fuga de prisão

Peter Madsen encurralado pela polícia
Peter Madsen encurralado pela polícia Direitos de autor Nils Meilvang/AP
Direitos de autor Nils Meilvang/AP
De  Euronews
Publicado a
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

De acordo com um jornal local, Peter Madsen conseguiu fazer um refém no interior da cadeia com um objeto que parecia ser uma pistola.

PUBLICIDADE

O dinamarquês Peter Madsen, condenado pelo homicídio da jornalista sueca Kim Wall, fugiu do estabelecimento prisional onde cumpre pena de prisão perpétua, nos arredores de Copenhaga. Madsen, que alegadamente dizia ter um cinto de explosivos, acabou por ser encurralado e detido novamente.

De acordo com um jornal local, o presidiário conseguiu fazer um refém no interior da cadeia com um objeto que parecia ser uma pistola. Depois, terá utilizado uma carrinha, mas foi intercetado a algumas centenas de metros da prisão.

"Estava a andar na rua com a minha namorada. Íamos para o centro. A meio da rua, vimos uma carrinha branca na nossa direção. Dez segundos depois estava cercada pela polícia. A pessoa saiu do carro com várias armas apontadas. E disseram-nos para sair do local", conta uma testemunha.

Madsen foi condenado pela morte de Kim Wall, a jornalista que veio entrevistá-lo em agosto de 2017 no interior do submarino que o próprio construiu. Os detalhes sórdidos do homicídio e mutilação do corpo deram ainda mais atenção a este caso.

O inventor de 49 anos, que sempre defendeu a tese do acidente, reconheceu pela primeira vez a autoria num documentário difundido pela televisão dinamarquesa no mês passado.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Assassino em série condenado a prisão perpétua

Biden apoia o filho após condenação, mesmo sem indulto. "Estamos orgulhosos do homem que ele é hoje"

Caça ao homem em França depois de emboscada a carrinha celular que matou dois guardas prisionais