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Sebastian Kurz promete combater o radicalismo

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Direitos de autor Ronald Zak/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved.
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De  Bruno Sousa
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Chanceler austríaco sublinha que não está em causa um confronto entre religiões, mas sim as ações de um grupo de extremistas

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As forças de segurança austríacas têm carta-branca do governo para usar todos os meios necessários na investigação ao ataque de Viena, na noite de segunda-feira. O atacante, morto no local, era um austríaco de 20 anos já conhecido das autoridades por atividades terroristas.

Apesar do governo ter revelado que o extremismo islâmico esteve na origem do ataque, Sebastian Kurz deixou bem claro que "isto não é um confronto entre cristãos e muçulmanos nem entre austríacos e migrantes. Isto é um confronto entre muitas pessoas que acreditam na paz e outras que querem guerra. É uma luta entre a civilização e o barbarismo e iremos lutar com toda a determinação."

O chanceler austríaco elogiou ainda a disponibilidade dos compatriotas para colaborar com as autoridades e revelou que foram disponibilizados às forças de segurança cerca de vinte mil vídeos relacionados com o incidente. Foram ainda decretados três dias de luto nacional para homenagear as vítimas do mais recente incidente numa já longa lista de de episódios de intolerância religiosa na Europa.

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