Última hora
This content is not available in your region

Aniversário do armistício da Primeira Grande Guerra

euronews_icons_loading
Aniversário do armistício da Primeira Grande Guerra
Direitos de autor  YOAN VALAT/AFP
Tamanho do texto Aa Aa

Cerimónias solenes mas limitadas no 102º aniversário do armistício em Paris. Emmanuel Macron presidiu aos eventos destinados a honrar e a relembrar os que cairam pela França na Primeira Guerra Mundial.

Simbolicamente, o chefe de Estado reacendeu a chama da tumba do soldado desconhecido no arco do triunfo. Na noite anterior, militares levaram a chama desde Verdum, local da maior batalha defensiva ganha pelos franceses, frente aos alemães, até Paris - 360 kilometros.

O coronel Thibault de Brebisson, do exército francês, explica que "o objetivo desta corrida - transportar a chama desde Verdun a Paris, serve para honrar os mortos e mostrar que o 11 de novembro não é apenas sobre os que morreram na Primeira Guerra Mundial, mas todos os mortos. Cada dia é uma homenagem a uma geração de soldados que combateram na Primeira Grande Guerra, depois aos da Segunda Grande Guerra, as guerras da descolonização, nas atuais operações no exterior e hoje, em particular, os que morreram este ano".

No Reino Unido, houve um minuto de silêncio, tanto no Cenatófio e na Abadia de Westminster em Londres. Houve também cerimónias em diversos pontos do Reino, como no Arboreto Memorial Nacional em Staffordshire. Muitos respeitaram o minuto de silencio em casa, por causa da Covid-19.

Em Belém, o Presidente Marcelo Rebelo também prestou homenagem aos que caíram e derramaram sangue por Portugal.