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Ursula von der Leyen e Boris Johnson satisfeitos com acordo

Primeiro-ministro britânico e presidente da Comissão Europeia em Bruxelas há duas semanas
Primeiro-ministro britânico e presidente da Comissão Europeia em Bruxelas há duas semanas Direitos de autor Olivier Hoslet, Pool via AP
Direitos de autor Olivier Hoslet, Pool via AP
De  Bruno Sousa
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Presidente da Comissão Europeia destaca vitória dos valores europeus, primeiro-ministro britânico anuncia vitória da soberania do Reino Unido

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Chegou na véspera de Natal a prenda mais desejada para os líderes de União Europeia e Reino Unido. Um acordo comercial que irá reger as relações económicas entre ambos a partir de 1 de janeiro.

A boa nova foi anunciada por Ursula von der Leyen, que se congratulou pela prevalência dos valores europeus:

"É um acordo justo e equilibrado, a opção correta e responsável para ambas as partes. A concorrência no mercado único irá continuar a ser leal. Os regulamentos e padrões europeus irão continuar a ser respeitados e temos mecanismos para reagir se houver uma distorção na concorrência leal que tenha impacto no comércio."

Apesar do divórcio, a presidente da Comissão Europeia assegurou que Londres e Bruxelas continuam de mãos dadas: "Iremos continuar a cooperar com o Reino Unido em todas as áreas de interesse mútuo, por exemplo, nos campos das alterações climáticas, da energia, da segurança e do transporte".

Apesar de von der Leyen ter destacado a vitória da ideologia europeia e a existência de mecanismos para punir os britânicos em caso de incumprimento, Boris Johnson sublinhou que o importante era o Reino Unido ter recuperado a soberania e já não depender das imposições de Bruxelas.

Ainda assim, o discurso a nível da cooperação é o mesmo em ambos os lados do canal da Mancha:

"(O acordo) vai criar empregos e prosperidade em todo o continente. Não acho que seja negativo o Reino Unido agir de forma diferente, ou abordar a legislação de forma diferente, porque os nossos objetivos são basicamente os mesmos."

O acordo ainda precisa ser ratificado por ambos os parlamentos mas coloca um ponto final a uma maratona negocial de vários anos para permitir a saída do Reino Unido da União Europeia no primeiro dia de 2021.

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