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Regras anticovid impõem um Natal atípico

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De  Nara Madeira  com AP, AFP
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Regras anticovid impõem um Natal atípico
Direitos de autor  Vincenzo Pinto/AP

Uma praça vazia, a de São Pedro, na noite da consoada. A missa do Galo foi celebrada na basílica, pelo Papa Francisco, ainda mais cedo do que o normal, para respeitar o recolher noturno obrigatório em toda a Itália e com muito menos fiéis, respeitando as regras sanitárias.

O santo padre também não fará a tradicional aparição na referida praça, na qual tradicionalmente abençoa os presentes.

A igreja de Santa Maria, em Berlim, oferece várias missas ar livre que podem também ser seguidas pela internet para que não se percam os hábitos, mas em segurança

Corinna Zisselsberger, pastora da igreja de Santa Maria, na capital alemã, explica que os serviços são celebrados "de acordo com o nosso conceito de segurança sanitária. Temos um grupo de seguranças e muitos voluntários que que farão com que as regras sejam respeitadas. É obrigatório usar máscara, na praça em frente à igreja. Não haverá cânticos na igreja e as pessoas terão de manter distância".

É, de facto, um Natal atípico com desafios criados por uma pandemia que ainda não está controlada.

Em França, as restrições foram aligeiradas mas apenas para o Natal porque é preciso continuar a tentar travar a propagação do novo coronavírus. Médicos e enfermeiros estão entre os que permanecem na linha da frente deste combate e manter o espírito natalício, no contexto Covid-19, não é fácil.

Uma médica de um serviço de urgências de um hospital gaulês, Junie Caron, diz que “as festas deste ano, para nós como para todos, têm um tom diferente e um pouco menos festivas, isso é certo. Até o nosso serviço, normalmente está mais decorado, este ano não tivemos tempo".

A esperança reside na vacinação que arranca, na Europa, nos próximos dias. Uma espécie de presente de Natal que se espera ajude a salvar vidas.