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vacinação contra a covid-19 na Europa

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vacinação contra a covid-19 na Europa
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O governo britânico está a financiar um estudo que visa determinar se as duas doses a tomar, das vacinas contra a Covid-19, podem ser de marcas diferentes. Os voluntários já estão a ser recrutados, procuram-se 800 pessoas com mais de 50 anos que não tenham recebido nenhuma dose da vacina.

Matthew Snape, responsável pela investigação e professor associado de Pediatria e Vacinação na Universidade de Oxford, explica que vão procurar participantes no mês de fevereiro e que esperam "começar depois a obter alguns resultados, provavelmente em junho, julho, analisando, pelo menos, os níveis de anticorpos. Esse é o nosso objetivo. A tempo de poder influenciar a segunda dose de vacina, para o lançamento que acontecerá nos próximos meses".

Em França, na Alemanha e EUA a questão que se coloca é se as pessoas se querem vacinar. Um estudo de uma empresa de consultadoria, a Kantar Public, concluiu que um quarto das pessoas nestes países tem relutância em fazê-lo. Contribuem para isso a falta de confiança nos governos e nas vacinas.

Questões que não se colocam para o governo húngaro que já comprou vacinas de várias origens. Os primeiros carregamentos russos chegaram esta semana. No total Moscovo enviará dois milhões de doses. A Hungria homologou a vacina Sputnik V sem esperar a aprovação por parte da Agência Europeia de Medicamentos. Foi o primeiro país da UE a fazê-lo.

O primeiro-ministro Viktor Orban afirmava que para o governo a questão da aquisição de vacinas não é política. "Para nós não importa se o gato é preto ou branco, basta que agarre o rato. Utilizamos vacinas ocidentais, orientais, russas, chinesas, americanas, e também britânicas", afirmou a chefe do executivo húngaro.

Em Portugal arrancou o processo de vacinação das pessoas com 80 ou mais anos e daquelas que tendo entre 50 e 79 anos sofrem de doença grave.

No país, que está em confinamento, o número de mortes por Covid-19 tem vindo a baixar nos últimos dias, 225 de acordo com os dados mais recentes. E, apesar de continuar a haver oscilações no número de infetados, em relação à semana passada ele caiu para quase metade. Ainda assim, em 24 horas, registaram-se 7914 novos casos.