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Opinião dos europeus sobre as restrições e confinamentos

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De  euronews
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Opinião dos europeus sobre as restrições e confinamentos
Direitos de autor  Kirsty Wigglesworth/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved
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A crise sanitária obrigou os cidadãos europeus a conviver com duras medidas restritivas. Os confinamentos e as restrições de viagens foram um fardo bastante pesado num continente habituado à liberdade de movimentos, mas o que pensam os europeus destas medidas? Em parceria com a Redfield e Wilton Strategies, a euronews recolheu opiniões em quatro países.

Respeito pelas regras

Primeira pergunta colocada: acredita que os moradores da sua localidade respeitam as regras do governo? 61% dos alemães e britânicos responderem sim. Em Itália e França a percentagem de respostas afirmativas ronda os 50%.

Utilidade das restrições

Quanto à utilidade das restrições, as opiniões dividem-se. Para quase dois terços dos britânicos as medidas foram mais úteis do que propriamente danosas. Alemães e italianos estão menos convencidos. Assim como os franceses: 47% acredita que as medidas foram prejudiciais.

Durante a segunda vaga de Covid-19, os países europeus tentaram, tanto quanto possível, evitar bloqueios e manter as escolas abertas. Portanto, que opinião têm as pessoas dos quatro países em questão sobre as medidas em vigor? Para os alemães, italianos e britânicos as medidas são mais ou menos justas e equilibradas. Numerosos cidadãos franceses consideraram as restrições prejudiciais e, neste caso, 41% também acredita que não são suficientemente rígidas.

Nível de habituação ao confinamento

Quando questionados sobre se se estão a habituar às medidas restritivas e aos confinamentos, ou se, ao contrário, estão a chegar a um ponto de saturação - as respostas dos cidadãos são mais ou menos semelhantes. Mas em Itália, 57% dos entrevistados diz que existe um cansaço relativo ao confinamento.

Os protestos contra as restrições são um reflexo deste ponto de saturação, incentivando as autoridades a procurar um equilíbrio entre conter a propagação do vírus e a necessidade de liberdade.