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Pfizer quer vacinar crianças a partir dos 12 anos

De  Nara Madeira
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Pfizer quer vacinar crianças a partir dos 12 anos
Direitos de autor  Matthias Schrader/AP
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A Pfizer diz que a sua vacina contra a COVID-19 é segura a partir dos 12 anos, o objetivo é propor a inoculação antes do regresso às aulas no próximo ano escolar.

Testes preliminares, feitos a 2.260 voluntários dos EUA, com idades entre os 12 eos 15 anos, terminaram sem casos de infeção entre que tomaram as duas doses. Uma boa notícia para o Ministério da Saúde alemão que pretende "disponibilizar vacinas para crianças e adolescentes o mais rápido possível, se for possível". Hanno Kautz acrescentou que "iss__o requer uma revisão, este é o primeiro estudo, que deve ser aprovado para outros grupos ocupacionais".

Informação anunciada após o governo germânico restringir a utilização da vacina da AstraZeneca temendo problemas de coagulação entre os mais jovens. Mas a Agência Europeia de Medicamentos diz que não haver provas disso e a Organização Mundial de Saúde também não. Kate O'Brien, diretora do departamento de Imunização da OMS afirma que "dada a panóplia de provas sobre a eficácia, eficiência, segurança e qualidade de fabricação, que pesam a favor do uso da vacina, trata-se de uma vacina segura".

Na terça-feira, os líderes da Alemanha, França e Rússia realizaram uma videoconferência em que discutiram a vacina criada por Moscovo. Enquanto o chanceler austríaco, Sebastian Kurz, garante que poderá encomendar a Sputnik V já na próxima semana.

Já a União Europeia anunciou que os Estados-membros terão recebido 107 milhões de doses de vacinas até ao final desta semana. Apesar dos atrasos, a Comissão segue o seu plano de vacinar 70% dos adultos até ao final do verão.