Recolher obrigatório não impede violência em Minneapolis

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De  Bruno Sousa
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Protestos continuam depois da morte de Daunte Wright às mãos da polícia, agente responsável foi demitida

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Terceira noite de protestos, terceira noite de violência em Minneapolis. O recolher obrigatório decretado na cidade norte-americana não atenuou as tensões que se seguiram à morte de Daunte Wright às mãos da polícia, numa cidade já à beira do limite devido ao início do julgamento de Derek Chauvin, o polícia que matou George Floyd, também em Minneapolis, em maio do ano passado.

A morte de Wright deu origem à demissão do comissário de polícia local, Tim Gannon, e de Kim Potter, a agente por trás do disparo fatal, de acordo com a sua versão dos acontecimentos após confundir o "taser" com a arma de serviço. Nas imagens divulgadas pela polícia local é possível ouvir a agente a apelar ao uso da arma de eletrochoque.

Daunte Wright tinha sido mandado parar devido a uma irregularidade na placa de matrícula, com a polícia a proceder à detenção depois de perceber que existia um mandado de captura pendente. Para a família, o jovem de 20 anos foi alvo das autoridades devido à cor da pele.

Os protestos da comunidade foram imediatos, com o episódio a fazer renascer na memória coletiva a morte de George Floyd e o movimento Black Lives Matter.

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