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Fórum PALOP aprova Timor-Leste e da Guiné Equatorial como membros

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Cimeira dos PALOP
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O projeto de elaboração da História sobre a Luta de Libertação dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa foi analisado esta terça-feira em Luanda durante conferência Virtual que reuniu os Chefes de Estado e de Governo dos PALOP.

A conferência marcou o fim da presidência rotativa de Angola frente a organização. Cabo Verde assumiu a presidência até 2023.

João Lourenço abriu a cimeira com um apelo aos parceiros internacionais para apoiarem o continente africano a recuperar dos estragos da crise sanitária global, salientando que é “urgente” corrigir as dificuldades de acesso às vacinas.

“Com o surgimento das vacinas, estamos a ver atualmente uma luz ao fundo do túnel, no percurso que temos feito para encontrar soluções que ajudem a mitigar os efeitos da pandemia da COVID-19. Devemos contudo fazer perceber os nossos parceiros internacionais, que o continente africano precisa de muita compreensão e solidariedade para nos recompormos dos estragos e dos prejuízos que esta crise sanitária global provocou nos nossos países”, disse Lourenço, que referiu igualmente que os países africanos têm registado uma forte incidência dos graves efeitos provocados pelas alterações climáticas e afirmou ser essencial a adoção de posicionamentos estratégicos consensuais sobre as questões relativas ao clima.

Timor e Guiné Equatorial admitidos

Presenciaram a formalização da admissão de Timor-Leste como membro observador e da Guiné Equatorial como membros de pleno direito do Fórum PALOP os presidentes de Cabo Verde, Jorge Fonseca, de Moçambique, Filipe Nyusi, da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang e de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus.