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Europa em desconfinamento gradual

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Europa em desconfinamento gradual
Direitos de autor  Jan Woitas/dpa via AP
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O Reino Unido está a avançar com a próxima fase do plano do Governo para o levantamento de restrições, para uma liberdade pós-pandémica.

A partir de 17 de maio, os bares e restaurantes poderão servir os clientes no interior.

As pessoas poderão encontrar-se em grupos de até 30 pessoas, ao ar livre, e empresas como os cinemas poderão reabrir, mas e quanto aos afetos, os abraços?

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, alerta: "Todos sabemos que o contacto próximo, como o abraço, é uma forma direta de transmitir esta doença. Por isso, peço que pensem na vulnerabilidade dos vossos entes queridos, se levaram a vacina, uma ou duas doses, e se houve tempo para que essa vacina surtisse efeito."

A Irlanda está, também, a desconfinar. Após meses de encerramento, milhares de pessoas poderão regressar, gradualmente aos locais habituais de trabalho, haverá uma reabertura faseada das lojas de cuidados pessoais e museus. O Governo espera que este seja um "estímulo psicológico" para o país.

"É ótimo e tem sido um longo e duro período de cinco meses nesta fase e 2020 foi realmente difícil, por isso é bom estar neste lugar. Penso que o grande êxito que os retalhistas procuram agora é que não tenhamos de voltar para trás", afirma um empresário irlandês, Duncan Graham.

Já Frank Nelson, de 85 anos, só pensa em rever a família: "Estou ansioso por reencontrar todos os meus filhos, da forma como costumava encontrar-me com eles. Não só a deixarem-me a comida à porta, não só a dizer-me olá pelo telefone... Quero que eles entrem e me visitem fisicamente".

Todas as regiões de Itália, exceto três, estão, agora, na chamada "zona amarela" e, por isso, sujeitas a menos restrições.

A Sicília e a Sardenha permanecerão na "zona laranja" durante, pelo menos, mais uma semana já a pequena Vale de Aosta, no norte da península, se encontra numa "zona laranja" ligeiramente menos restritiva.

Entretanto, na Dinamarca, a flexibilização das restrições faz-se a par com os testes - é necessário um teste à covid-19 negativo para se poder sentar num bar ou restaurante. Isso resulta, no entanto, numa enorme pressão sobre as instalações de testes do país, pelo que a abertura de novos centros se tornou numa prioridade.