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Exército israelita responde aos mísseis lançados pelo Hamas

De  euronews
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Exército israelita responde aos mísseis lançados pelo Hamas
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Explosões nos céus da Faixa de Gaza: é o resultado da resposta do exército israelita aos mísseis lançados contra Israel pelo Hamas. Israelitas e palestinianos envolveram-se numa das maiores escaladas de violência dos últimos anos.

Segundo as autoridades locais, pelo menos 20 palestinianos morreram, incluindo nove crianças enquanto Israel diz ter morto militantes do Hamas. O exército israelita informou que tinham sido disparados, pelo menos, 150 mísseis a partir da Faixa de Gaza.

Dezenas terão intercetados por escudos antimíssil, mas os lançamentos continuaram durante toda a noite. A zona de Jerusalém foi atingida e soaram os alarmes antiaéreos. O conflito pode durar... diz o Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu.

Esta noite, no dia de Jerusalém, as organizações terroristas em Gaza atravessaram uma linha vermelha e atacaram-nos com mísseis na periferia da cidade. Israel irá responder com grande força. Não vamos tolerar ataques ao nosso território, à nossa capital, aos nossos cidadãos e aos nossos soldados.
Benjamin Netanyahu
Primeiro-ministro de Israel

Antes do ataque, o Hamas tinha feito um ultimato a Israel, para exigir a retirada das forças armadas israelitas da Esplanada das Mesquitas. Mas o governo de Israel não cedeu. A mediação internacional está presente - os Estados Unidos apelam à calma.

É imperativo que todas as partes tomem medidas para desescalar e acalmar a situação. E mais uma vez estou profundamente preocupado com os ataques com mísseis e mesmo que todos os lados tomem medidas para acalmar as tensões, Israel tem naturalmente o direito de defender o seu povo e o seu território destes ataques.
Antony Blinken
Secretário de Estados dos EUA

Anteriormente à explosões, confrontos entre palestinianos e polícias israelitas na Esplanada das Mesquitas tinham deixado cerca de 400 palestinianos feridos. A tensão na Cidade Santa não baixou ontem à noite, com demonstrações de revolta e árvores incendiadas. O despejo planeado de dezenas de palestinianos de um bairro de Jerusalém Oriental acentuou ainda mais a situação.