Loader
Encontra-nos
Publicidade

Angola não descarta eventual integração na cadeia de valor de fármacos

Carregando o vídeo
Presidente angolano, João Lourenço recebido pelo Presidente francês, Emmanuel Macron
Presidente angolano, João Lourenço recebido pelo Presidente francês, Emmanuel Macron -  Direitos de autor  Thibault Camus/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved
Direitos de autor Thibault Camus/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved
De Euronews
Publicado a •Últimas notícias
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google
Partilhar Close Button
Copiar/colar o link embed do vídeo: Copy to clipboard Link copiado!

Países africanos esperam que o levantamento das patentes dos fármacos permitam uma produção local adaptada às necessidades do continente.

Angola pode assumir um papel fundamental na produção de vacinas em África. O governo de Luanda participou na Cimeira sobre a economia do continente, que decorreu em França, e também defendeu uma mudança na estratégia de produção dos fármacos para combater a covid-19. 

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Em entrevista à Euronews, a ministra das Finanças angolana, Vera Daves de Sousa, explicou que "foi lançado o mote para que se reflita em torno de se abrir mão das licenças intelectuais (das vacinas) para que seja possível deslocalizar tecnologia e conhecimento para algumas regiões de África, para assim, com produção local, se conseguir atender melhor a procura". Questionada sobre a possibilidade de produzir vacinas no território angolano, a ministra afirmou que é necessário "fazer uma auto-avaliação da nossa capacidade de acolher e das equipas para receber essa passagem de conhecimento. Não descartamos essa possibilidade".

Nesta cimeira, Portugal participou como país que está à frente da presidência rotativa da União Europeia. O primeiro-ministor português António Costa defendeu que a pandemia mudou o paradigma mundial. " A situação da Covid, no fundo, deixou claro que nunca a Europa e África estiveram tão juntas e tão dependentes uma da outra porque nenhum de nós estará seguro enquanto não estivermos todos vacinados e, por outro lado, a recuperação económica de cada um será tanto maior quanto for acompanhada pela recuperação económica de todos" garantiu o chefe do governo português. 

Sublinhando a necessidade de solidariedade global, na Cimeira de Paris ficou definido um primeiro apoio financeiro aos países africanos, avaliado em trinta e três mil milhões de dólares.

Cimeira de Paris reuniu dezenas de líderes africanos e europeus, bem como responsáveis de organizações internacionais. O objetivo deste encontro era promover discussões e encontrar soluções para o financiamento das economias africanos.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.391.849 mortos no mundo, resultantes de mais de 163,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

África contabiliza 126.447 óbitos e 4.692.520 casos desde o início da pandemia.

Ir para os atalhos de acessibilidade
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google

Notícias relacionadas

Apoiantes da oposição na Zâmbia celebram nas ruas

Congo: laboratório móvel de ébola acelera diagnósticos

Movimentação de tropas em Bissau deixa população assustada. Presidente no exílio prepara regresso ao país