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Inundações mortais na Alemanha

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De  Nara Madeira  com AP, EVN
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Inundações mortais na Alemanha
Direitos de autor  Thomas Frey/(c) Copyright 2021, dpa (www.dpa.de). Alle Rechte vorbehalten

É um verão atípico numa parte da Europa com tempestades a causarem graves inundações e mortes nas partes ocidental e central do velho continente.

Na Alemanha estão desaparecidas cerca de 70 pessoas e o número de mortos não para de aumentar, está nas cerca de duas dezenas.

O pior drama vive-se em Shuld onde várias casas colapsaram devido às fortes chuvas e consequentes inundações.

Um bombeiro morreu afogado, noutra cidade durante as operações de salvamento de condutores presos por baixo de um viaduto inundado. Há um outro desaparecido levado pelas águas de uma ribeira.

Os residentes de Erkrath foram alertados para não usarem a água que deveria ser potável porque a chuva sobrecarregou o sistema de esgotos. Numa área de Duesseldorf, as autoridades municipais apelaram aos residentes para deixarem as suas casas devido a uma possível inundação.

Chuvas torrenciais, contínuas, atingiram a região das Ardenas, na Bélgica. A lama inundou casas, nesta e noutras regiões contíguas. Prevê-se que a chuva se mantenha até sexta-feira o que poderá levar vários rios a transbordarem.

Países Baixos, França, Chéquia e Suíça são alguns dos países que também estão a braços com fortes chuvadas, que provocam enchentes.

Na Chéquia, os bombeiros receberam 800 chamadas sobre incidentes que vão desde árvores caídas a caves inundadas. Uma auto-estrada que liga a capital, Praga, ao leste do país, foi parcialmente inundada durante a noite. Milhares de famílias ficaram sem electricidade, na quarta-feira.

Os meios de comunicação holandeses mostravam pessoas a serem resgatadas de uma fábrica histórica parcialmente submersa pelas águas que atingiram 1,5 metros de altura. Nas redes socias um canal de televisão local, a TV Valkenburg, escrevia que as águas do rio Geul subiram a quase meio metro de altura na "igreja velha".

Por terras helvéticas as autoridades elevaram o aviso de cheias para o Lago de Lucerna ao nível mais alto e proibiram o transporte marítimo.

Já as terras gaulesas têm assistido a um verão, invulgarmente, fresco e húmido.