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Farol de Cordouan é património mundial da UNESCO

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De  Rodrigo Barbosa
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Farol de Cordouan, França
Farol de Cordouan, França   -   Direitos de autor  PHILIPPE LOPEZ/AFP or licensors
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Fustigado pelo vento e pelo mar há quatro séculos e apelidado o "rei dos faróis", a imponente construção da ilha de Cordouan, na costa oeste de França, obteve este sábado o reconhecimento da UNESCO.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura decidiu incluir o farol de Cordouan na Lista do Património Mundial, que distingue bens culturais e naturais com um interesse excecional para a herança comum da humanidade.

Visitado por 24.000 pessoas por ano, apenas durante as marés baixas e sobretudo no verão, é o último farol habitado de França e apenas a segunda construção deste tipo a receber a distinção da UNESCO, depois do farol de La Coruña, em Espanha.

Construído no fim do século XVI na foz do estuário do Gironde, o farol de Cordouan foi projetado por Louis de Foix, arquiteto e engenheiro também conhecido por importantes trabalhos hidráulicos ao serviço da coroa espanhola. No fim do século XVIII foi remodelado por outro engenheiro, Joseph Teulere, nomeadamente para resistir melhor à violência do Oceano Atlântico na maré alta e durante as intempéries.