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Lufthansa reduz perdas, mas cortes no grupo mantêm-se

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De  Euronews
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Avião da Lufthansa em terra
Avião da Lufthansa em terra   -   Direitos de autor  EURONEWS
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Ainda ressentido da pandemia o setor da aviação está a ter algumas dificuldades em descolar.

No segundo trimestre, o grupo Lufhtansa apresentou uma redução das perdas, com uma receita de 3 mil e 200 milhões de euros, abaixo dos 3,3 mil milhões de euros previstos. O montante é bastante mais elevado do que o registado no mesmo período em 2020, mas representa apenas um terço dos resultados obtidos na mesma altura, antes da crise.

Depois de em junho a empresa ter apresentado planos para voltar à rentabilidade, com a ajuda de 1,5 mil milhões de euros do Estado alemão, menos aviões e menos pessoal, a subsidiária Austrian Airlines anunciou esta quinta-feira a intenção de cortar mais 500 postos de trabalho.

Apesar de as receitas registadas entre abril e junho deste ano terem sido superiores às registadas no mesmo período do ano passado, a companhia austríaca encaixou menos 79% de receitas em comparação ao segundo trimestre de 2019.

Também da Suíça chegam notícias menos animadoras para o setor. Apesar de uma ligeira retoma desde abril, a Swiss Airlines afirmou ter registado uma perda equivalente a 370 milhões de euros, nos últimos seis meses.

Com uma redução de dois terços no número de passageiros, 500 pessoas perderam o emprego, após as medidas de reestruturação da empresa.

De acordo com o grupo Lufthansa, no total, desde o início da crise, 30 mil funcionários perderam o trabalho. A companhia alemã mantém, no entanto, a esperança de recuperação no levantamento geral de restrições e o aumento de viagens.