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Pressão aumenta sobre os não-vacinados

Nos países da União Europeia, o objetivo é ter 70% da população vacuinada em setembro
Nos países da União Europeia, o objetivo é ter 70% da população vacuinada em setembro Direitos de autor Oded Balilty/AP
Direitos de autor Oded Balilty/AP
De  Teresa Bizarro com agências
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Para lá dos incentivos à vacinação, já se discutem penalizações para quem não quer ser vacinado

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O governo alemão vai deixar de oferecer testes gratuitos para a despistagem da Covid-19 a partir de outubro a quem escolher não ser vacinado. A Alemanha segue o exemplo de outros países europeus e tenta com esta medida persuadir mais gente a tomar a vacina. Só 55% dos residentes nem território alemão estão completamente vacinados - longe do objetivo de 75% traçado pelo executivo de Berlim.

As autoridades assumem que a campanha estagnou e parece não haver limite para os incentivos à de vacinação. No estado da Turíngia, uma dose de vacina dá direito a uma salsicha grátis.

Sem problemas de adesão à campanha, os britânicos já têm 75% de população adulta vacinada. 89% recebeu pelo menos uma dose da substância. Os jovens com mais de 12 anos começaram também a ser vacinados.

Longe desta realidade está a Lituânia, com uma das mais baixas taxas de vacinação da União Europeia. A população saiu à rua para contestar o projeto do governo para supender o acesso a tratamento médico gratuito a quem não for vacinado. Uma medida extrema que, se for aprovada, pode entrar em vigor já em setembro. 

Para tentar travar a intenção do executivo lituano, centenas de pessoas saíram à rua. "As pessoas têm o direito de escolher. Toda a gente tem o direito de viver como quiser. Parem de nos dividir e de nos obrigar. Nós somos pessoas, não gado," afirmou um manifestante.

De França continental partiram cerca de 300 profissionais de saúde rumo aos territórios franceses ultramarinos. Martinica e Guadalupe entfrenta uma nova e violenta vaga de Covi-19. Os hospitais estão no limite da capacidade.

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